Ano após ano foi chegando o progresso com a cidade modernizando-se com muitas avenidas e ruas pavimentadas, com iluminação pública, água encanada, esgoto, telefonia digitalizada, bom hospital, muitas clínicas médicas e odontológica; e tantas drogarias, academias de fisioterapia e de musculação, supermercados, expansão urbana fantástica com duas dezenas de bairros, aumento espantoso de veículos (carros, motos, bicicletas elétricas e comuns) provocando o caos no trânsito (quem diria a lembrar que no início da década de sessenta transitavam em São Francisco apenas um jipe, um caminhão e uma rural!) e por aí afora. E mais se anunciam com a construção da ponte sobre o rio São Francisco, na cidade – isto será assunto para ser refletido com muita atenção avaliando os danos e benefícios.
Outra era dos anos trinta e quarenta com tanta diferença e melhorias no sentido material, gozo desfrutado no moderno. Contudo, não se pode medir a felicidade no modo de viver, pelo preço que se paga diante das angustias que assolam a sociedade por múltiplos fatores e, deles, os causados pela inépcia (para não dizer o pior) de governantes. Apenas é possível dizer que, naquele tempo, numa cidade bucólica, o povo era feliz... e sabia.

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