sábado, 28 de março de 2026

SÃO JOSÉ – SÃO FRANCISCO: UMA HISTÓRIA - II

 


O artigo publicado na semana passada evocando algumas passagens da história da Matriz de São José trouxe à memória de Ana Maia Neves Mendes, ao lê-lo, uma lembrança muito especial e que, guarda, muito sentimento. Falou sobre o sentido de acolhimento do interior da igreja com três naves e belas pilastras, do altar de madeira e, o que uma geração não conheceu: o coro cuja acesso era dado por uma escada em caracol, que lembrava a escada de Loretto, de São José.  E no coro, o harmônio que com um coral levava a música sacra às solenidades religiosas. Lembrou mais: debaixo do coro ficava o esquife com o Senhor Morto  tradicionalmente utilizado para carregar a sua imagem na paraliturgia da Procissão do Enterro do Senhor de Sexta-feira Santa.

Era, a matriz, muito acolhedora e muito apropriada à meditação, contemplação e momento de intensa serenidade de espírito.

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