sábado, 24 de janeiro de 2026

UMA REFLEXÃO

  O nosso querido Brasil corre risco de uma convulsão social ou de uma crítica situação que pode entravar seu crescimento. Vão surgindo problemas e questões que se multiplicam a cada dia criando um clima de insatisfação e descrença no seio da população responsável: “não tem jeito!” Enquanto uma grande parcela da população está vivendo sob o “guarda-chuva” do governo, exclusivamente do benefício social, nada produzindo em seu benefício ou da coletividade. Essa situação tem sido anotada, à evidência, em São Francisco onde há grande dificuldade de encontrar um trabalhador para o campo ou comércio. Tudo bem hoje, e amanhã quem vai pagar a conta? Essa lassidão terá um preço no futuro, quando se perde uma grande força produtiva, levando-se ao caos. São Paulo advertia: “A vida é como um jogo num estádio; é preciso lutar, pois só recebe a coroa quem vence”. Sem luta, sem trabalho, pode-se conformar com a caridade e perde-se um grande contingente de pessoas que poderiam estar trabalhando em prol do seu futuro e da nação.  Esse enorme contingente dependendo das “benesses” do Estado jamais de promoverá no seio da sociedade. O ser humano necessita de valores e de virtudes para tornar nobre sua conduta e sua existência. E qual seria a virtude, no caso? No contexto da Teologia Paulina é “a passagem de um estágio de dependência do vício para a graça e a liberdade!” 

Cada pessoa necessita de educação, orientação e desenvolvimento. O ócio é um vício que não deve ser alimentado (vício quando a falta de atividade se transforma em inércia crônica). Ou devem ser considerados os propósitos?

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